sexta-feira, 15 de março de 2013

#Joguinhos Haunt The House

Mesmo sendo de "terror", achei ele uma comédia e uma gracinha..rs
O objetivo do jogo é assustar as pessoas da casa..
Depois que aprendi a jogar, viciei[sim, só joguei uma vez, mas assim que reencontrei o jogo, lembrei o quanto foi engraçado.]










segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

O poder de influência da mulher

Numa ocasião, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, saiu para jantar com sua esposa, Michelle,  e foram a um restaurante não muito luxuoso, porque queriam fazer algo diferente e sair da rotina.

Estando sentados à sua mesa no restaurante, o dono pediu aos guarda-costas para aproximar-se e cumprimentar a primeira dama,  e assim o fez.

Quando o dono do restaurante se afastou, Obama perguntou a Michelle: Qual é o interesse deste homem em te cumprimentar?

Michele respondeu: Acontece, que na minha adolescência, este homem foi apaixonado por mim, durante muito tempo.

Obama disse então: Ah, quer dizer que se você tivesse se casado com ele, hoje você seria dona deste restaurante?

Michelle respondeu: Não, meu querido, se eu tivesse me casado com ele, hoje ELE seria o Presidente dos Estados Unidos. 


A visita inesperada


George já estava muito velho quando a porta de seu quarto se abriu, e a sua vida mudou por inteiro. Alguém lhe perguntou:

– O senhor se chama George? – ele não disse nada, não respondeu, porque, de certa forma, temeu ser reconhecido. Não queria se expor, não queria voltar às lembranças de um passado que pudesse se tornar presente novamente. Calou-se. E ficou assim durante muito tempo.

George vivia só em um asilo e nunca recebia a visita de ninguém. Os outros idosos, no entanto, eram a sua companhia diária. Pela manhã, todos se sentavam para tomar café, depois saiam para passear pela imensa área descoberta do lugar. Observavam as plantas, as novas flores que nasciam, as árvores que perdiam parte de suas folhagens e, quando se cansavam, jogavam seus jogos de passatempo preferidos. Muitos recebiam visitas, mas uma boa parte era vista sempre solitária. George era um deles.

Lembrava-se das mulheres que teve, da juventude libertina e, principalmente, dos filhos, que nunca foram lhe visitar. Por certo, George culpava-se de tudo. Sabia que fora um homem que bebera demais, e que não se importava nenhum pouco com a preocupação dos familiares. Foi isso o que acabou com a sua família. O orgulho e a bebida. Por isso era tão só. E por isso aceitou cada passo que dava rumo a este final de vida que parecia jamais retroceder.

Por longos anos George esperou por alguém. Olhava pela janela do quarto inicialmente a todo instante, depois passou para dias alternados, até que deixou de ver se alguém adentrava no asilo para lhe visitar.

A última vez que viu os filhos, eles tinham 9 e 11 anos, e ele, cerca de 37. Mas, hoje, já beirando os 90 anos, não fazia a menor ideia de como poderiam estar. Será que vivos? Mortos? Com filhos e netos? Havia muito tempo. Muitas coisas aconteceram, mudaram, e agora estava esquecido e completamente só.

George sempre lembrava de certo dia, há muitos anos, depois de beber em um bar, de ter saído em alta velocidade percorrendo ruas, cruzando quarteirões e passando sinais vermelhos sem olhar para nada. Havia bebido, é verdade, mas nada que tirasse sua sobriedade por inteiro.

O sinal estava amarelo, mesmo assim resolveu acelerar:

– Shhhhhhhhhhhh!!!!

Não adiantou frear. A batida foi feia, e logo adiante viu uma pessoa jogada à beira da estrada. Ninguém viu, era madrugada. E George resolveu fazer o que as mais inescrupulosas pessoas fariam. Pegou aquele corpo franzino de rapaz e jogou no matagal. “Assim, vão demorar a achá-lo.” Pensou com uma mente criminosa.

George sumiu e nunca fora encontrado. E conseguiu conviver com este segredo por toda a vida. Não se arrependia ou sentia remorso, tampouco procurava lembrar o fato cruel. Para ele, aquilo fazia parte do passado.

Mas a vida de George mudou drasticamente. Não conseguia se firmar em nenhum relacionamento, e os seus filhos, a cada dia, o odiavam mais. Foi por isso que resolveu sair de casa e nunca mais voltar. Às vezes pensava que havia feito certo, às vezes ignorava pensar em qualquer outra possibilidade além do abandono do lar.

Apesar disso, mesmo muito velho, George estava lúcido o bastante para repensar sua vida. Se pudesse voltar atrás o faria como se fosse lhe dada a única chance de consertar seus erros. Se pudesse parar o relógio do tempo e retornar para cada segundo em que cometera suas inúmeras bobagens e trazer de volta a si suas tantas palavras agressivas, o faria como se retribuísse por um grande prêmio recebido.

O homem, ainda à porta, insistia:

– O senhor se chama George?

Ele pensou em hesitar. Lembrou-se do crime que cometera, pensou em tratar-se de um policial, mas logo viu que não fazia sentido ser preso depois de tanto tempo, ainda mais sendo muito velho. Até que se lembrou de seus filhos e resolveu responder:

– Sim, sou eu.

– Posso entrar?

O clima não era dos melhores. Os dois estavam apreensivos, mas o homem em questão parecia firme.

– Sim, pode. Quem é você? – George perguntou ansioso, porém, procurava não demonstrar.

– O senhor não me conhece, afinal, já faz tanto tempo que...

“Tenho certeza de que é o meu filho! Já faz muitos anos, é claro que não o conheço. Já deve ter netos, na certa... Quanto tempo que o abandonei...” George pensava inseguro.

– ...Que isso aconteceu. A minha vida mudou muito... – o homem falava tentando segurar as lágrimas. – ... Procurei pelo senhor por muitos anos. Na verdade, consegui localizá-lo há um tempo, no entanto, somente agora tive coragem de vir lhe ver. Eu sofri muito e vivi como um vegetal, mas...

Um silêncio se fez no pequeno quarto. George retirou seu chapéu e o segurou firme. Não conseguia olhar nos olhos da pessoa à sua frente. Ele agarrava o chapéu enquanto cerrava os dentes para não chorar. Sabia que aquele homem, de cerca de 50 anos mais ou menos, estava ali porque de fato era preciso.

– ... Mas, mesmo assim, resolvi lhe procurar para lhe pedir perdão...

George olhou nos olhos do homem e se perguntou por que ele estaria ali, afinal, de suas muitas lembranças, não conseguia recordar de algo que alguém tivesse lhe feito.

O homem continuou:

– ... Perdão, porque a minha vida, durante muito tempo, resumiu-se em lhe odiar. Porém, hoje, quero que saiba que não consigo sentir nada pelo senhor. Sinto-me leve, e gostaria que se sentisse assim também.

Os dois silenciaram novamente. George, ainda que estivesse com a visão prejudicada, percorreu cada parte do corpo daquele homem. Queria reconhecer, ver os traços infantis que ficaram para trás quando abandonou os filhos, mas nada encontrou. Até que parou os olhos nas pernas dele. Eram finas demais e pareciam desproporcionais para o corpo. Foi quando não resistiu e começou a chorar, porque viu que não se tratava de um dos seus filhos.

Ambos se abraçaram e choraram muito.

George, a partir dali, conseguiu se perdoar, e o homem em questão deu àquele senhor a chance para uma nova vida – mesmo depois daquele terrível acidente, que quase lhe matou.



Para refletir
Nunca é tarde para liberar o perdão e recomeçar a vida. Mesmo que tenha sofrido terríveis coisas, perdoar pode transformar você e quem lhe magoou em uma nova pessoa. Mude os seus pensamentos e dê uma chance a si e ao outro também.

Fonte: Arca Universal

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Lição da borboleta

“Um dia, uma pequena abertura apareceu em um casulo, o homem sentou e observou a borboleta por várias horas conforme ela se esforçava para fazer com que seu corpo passasse através daquele buraco. Então pareceu que ela parou de fazer qualquer progresso.
 Parecia que ela tinha ido o mais longe que podia e não conseguia ir além.
 Então, o homem decidiu ajudar a borboleta, ele pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo. A borboleta então saiu facilmente. Mas seu corpo era murcho e estava pequeno, e tinha as asas amassadas. O homem continuou a observar a borboleta porque ele esperava que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem e se esticassem para serem capazes de suportar o corpo, que iria se afirmar a tempo.
 Nada aconteceu! Na verdade, a borboleta passou o resto de sua vida rastejando com um corpo murcho e asas encolhidas. Ela nunca foi capaz de voar. O que o homem, em sua gentileza e vontade de ajudar não compreendia, era que o casulo apertado e o esforço necessário da borboleta para passar através da pequena abertura, era o modo com que Deus fazia com que o fluído do corpo da borboleta fosse para suas asas, de modo que ela estaria pronta para voar, uma vez que estivesse livre do casulo”.
 Lembre-se
 Algumas vezes, o esforço é justamente o que precisamos em nossa vida. Se Deus nos permitisse passar por nossas vidas sem quaisquer obstáculos, não iríamos ser tão fortes como poderíamos ter sido. Nós nunca poderíamos voar.

domingo, 11 de setembro de 2011

Uma lição de equilíbrio


Eu acompanhava um amigo à banca de jornal. Meu amigo  cumprimentou o jornaleiro amavelmente, mas, como retorno, recebeu um tratamento rude e grosseiro. Pegando o jornal que foi atirado em sua direção, meu amigo sorriu atenciosamente e desejou ao jornaleiro um bom final de semana.
[] []

Quando nós descíamos pela rua, perguntei:
- Ele sempre lhe trata com tanta grosseria?
- Sim, infelizmente é sempre assim.
- E você é sempre tão atencioso e amável com ele?
- Sim, sempre sou.
- Por que você é tão educado, já que ele é tão rude com você?
- Porque não quero que ele decida como eu devo agir.

Nós somos nossos "próprios donos". Não devemos nos curvar diante de qualquer vento que sopra, nem estar à mercê do mau humor, da mesquinharia, da impaciência e da raiva dos outros. Não são os ambientes que nos transformam e sim nós que transformamos os ambientes.

"Para saber quantos amigos você tem, dê uma festa. Para saber a qualidade deles, fique doente."

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Tigela de Madeira

"Tudo quanto, pois, quereis que os homens vos façam, fazei-o vós também a eles" (Mateus 7:12)



 Um senhor de idade foi morar com seu filho, a nora e o netinho de 4 anos de idade.
As mãos do velho eram trêmulas, sua visão, embaçada, e seus passos, vacilantes. 
A família comia reunida à mesa.
Mas, as mãos trêmulas e a visão falha do avô atrapalhavam na hora de comer.
Quando pegava o copo, o leite era derramado na toalha da mesa e o filho e a nora irritavam-se com a bagunça.
Então decidiram colocar uma pequena mesa num cantinho da cozinha.
Ali, o avô comia sozinho, enquanto o restante da família fazia as refeições à mesa, com satisfação e, desde que o velho quebrara um ou dois pratos, sua comida passara a ser servida numa tigela de madeira.
Quando a família olhava para o avô sentado ali, sozinho, às vezes via lágrimas correndo de seus olhos.
Mesmo assim, as únicas palavras que lhe dirigiam eram admoestações ásperas – especialmente quando deixava um talher ou a comida cair ao chão.
Seu netinho, o menino de 4 anos de idade, assistia a tudo em silêncio.
Uma noite, antes do jantar, o pai percebeu que ele estava no chão, montando algo com pedaços de madeira, então perguntou delicadamente o que estava fazendo.
O menino respondeu, docemente:
 - Estou fazendo uma tigela para você e para a mamãe comerem, quando eu crescer. E continuou trabalhando em sua tigela.
Aquelas palavras tiveram um impacto tão grande nos pais que ficaram mudos. Caindo em si, lágrimas começaram a correr de seus olhos.
Embora ninguém tivesse falado nada, o casal sabia o que precisava ser feito: naquela mesma noite o pai tomou o avô pelas mãos e gentilmente conduziu-o à mesa da família.
Dali para frente e até o final de seus dias, o velhinho comeu todas as refeições com a família. E, por alguma razão, o marido e a esposa não se importavam mais quando um garfo caía, o leite era derramado ou a toalha da mesa sujava com o caldo de feijão.

 Autor desconhecido

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Quando algo não sair tão perfeito como você queria ou não obter o reconhecimento merecido, lembre-se:


"Os amadores criaram a arca de Noé, e os profissionais, o Titanic".



sábado, 23 de abril de 2011

Os cinco por cento


Tínhamos uma aula de Fisiologia na escola de medicina logo após a semana da Pátria.

Como a maioria dos alunos havia viajado aproveitando o feriado prolongado, todos estavam ansiosos para contar as novidades aos colegas e a excitação era geral.

Um velho professor entrou na sala e imediatamente percebeu que iria ter trabalho para conseguir silêncio.

Com grande dose de paciência tentou começar a aula, mas você acha que minha turma correspondeu?

Que nada. Com um certo constrangimento, o professor tornou a pedir silêncio educadamente.

Não adiantou, ignoramos a solicitação e continuamos firmes na conversa.

Foi aí que o velho professor perdeu a paciência e deu a maior bronca que eu já presenciei.

"Prestem atenção porque eu vou falar isso uma única vez", disse, levantando a voz e um silêncio carregado de culpa se instalou em toda a sala e o professor continuou.

"Desde que comecei a lecionar, isso já faz muito anos, descobri que nós professores, trabalhamos apenas 5% dos alunos de uma turma.

Em todos esses anos observei que de cada cem alunos, apenas cinco são realmente aqueles que fazem alguma diferença no futuro; apenas cinco se tornam profissionais brilhantes e contribuem de forma significativa para melhorar a qualidade de vida das pessoas.

Os outros 95% servem apenas para fazer volume; são medíocres e passam pela vida sem deixar nada de útil.

O interessante é que esta percentagem vale para todo o mundo.

Se vocês prestarem atenção notarão que de cem professores, apenas cinco são aqueles que fazem a diferença; de cem garçons, apenas cinco são excelentes; de cem motoristas de táxi, apenas cinco são verdadeiros profissionais; e podemos generalizar ainda mais: de cem pessoas, apenas cinco são verdadeiramente especiais.

É uma pena muito grande não termos como separar estes 5% do resto, pois se isso fosse possível, eu deixaria apenas os alunos especiais nesta sala e colocaria os demais para fora, então teria o silêncio necessário para dar uma boa aula e dormiria tranquilo sabendo ter investido nos melhores.

Mas, infelizmente não há como saber quais de vocês são estes alunos. Só o tempo é capaz de mostrar isso.

Portanto, terei de me conformar e tentar dar uma aula para os alunos especiais, apesar da confusão que estará sendo feita pelo resto.

Claro que cada um de vocês sempre pode escolher a qual grupo pertencerá. Obrigado pela atenção e vamos à aula de ". Nem preciso dizer o silêncio que ficou na sala e o nível de atenção que o professor conseguiu após aquele discurso.

Aliás, a bronca tocou fundo em todos nós, pois minha turma teve um comportamento exemplar em todas as aulas de Fisiologia durante todo o semestre; afinal quem gostaria de espontaneamente ser classificado como fazendo parte do resto ?

Hoje não me lembro muita coisa das aulas de Fisiologia, mas a bronca do professor eu nunca mais esqueci.

Para mim, aquele professor foi um dos 5% que fizeram a diferença em minha vida.

De fato, percebi que ele tinha razão e, desde então, tenho feito de tudo para ficar sempre no grupo dos 5%, mas, como ele disse, não há como saber se estamos indo bem ou não; só o tempo dirá a que grupo pertencemos.

Contudo, uma coisa é certa: se não tentarmos ser especiais em tudo que fazemos, se não tentarmos fazer tudo o melhor possível, seguramente sobraremos na turma do resto."

Autor desconhecido

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Quem VOCÊ PENSA QUE É para que Deus lhe ouça?


Quem é você no meio de bilhões de seres humanos? Por que alguém deveria lhe dar atenção ou notá-lo? E por que Deus lhe notaria? Milhares de orações são feitas a cada minuto. Por que a sua deveria ser respondida?
Atenção. Conseguir ser notado. Ser atendido. Todos nós queremos isso, mas isso não vem fácil.
A boa notícia é que temos um ótimo exemplo em nosso próprio corpo de como conseguir isso.
O corpo humano é composto de milhares de partes diferentes, grandes e pequenas — olhos, pés, unhas, dentes, pele, cabelo, veias, etc. Com tanta coisa acontecendo em seu corpo ao mesmo tempo, envolvendo todas as suas milhares de partes diferentes, como pode uma delas chamar a sua atenção? Se uma parte do seu corpo necessita da atenção da sua cabeça, o que ela pode fazer para ser notada e atendida?
A maneira mais rápida e mais certa é através da dor.
A dor é o sinal que seu corpo envia a sua cabeça para conseguir sua atenção. “Tem alguma coisa acontecendo aqui, é melhor você dar uma olhada.”
Não importa quão pequena e aparentemente insignificante seja a parte do corpo — se ela sente dor, a mensagem é enviada na hora, diretamente para a cabeça.
Quer uma prova? Arranque um fio de cabelo de sua cabeça ou do seu braço. Vai em frente, faça isso agora. Qual é a importância de um único fio de cabelo em seu corpo, comparado às outras milhares de partes? Não muita. Mas, mesmo assim, quando o arranca, a fisgada que você sente envia a mensagem para sua cabeça e exige atenção.
Da mesma forma, você pode ser apenas um entre bilhões de seres humanos. Mas quando você age a sua fé em quem Jesus é, você se torna parte do Seu corpo, onde Ele é a cabeça. Isso em si já é grande, mas é apenas o primeiro passo para conseguir atenção. Você ainda é apenas um entre muitos.
Agora que você é uma parte do Corpo pela fé, você tem uma conexão direta com a Cabeça. Se você precisa de ajuda, da atenção imediata da Cabeça, você sabe o que tem que fazer. Você tem que enviar o sinal. Esse sinal é a dor, o que nós chamamos de sacrifício — algo que lhe causa dor, mas que você faz por causa de sua fé em Deus.
Fé sem sacrifício, fé que não lhe incomode, fé que não faz sentir dor, é morta. Se uma parte do seu corpo está morta ou paralisada, não sente dor, ela é inútil. Você pode até machucá-la, mas ela não envia nenhum sinal para o cérebro, pois está morta. Assim é a fé sem sacrifício — não diz nada, não faz nada, não significa nada, e não consegue nada.
Jejum, oração, dízimos, ofertas, perdão, ajudar o próximo, obediência, negar a si mesmo, domínio próprio, atos inesperados e ousados de generosidade, mais uma série de outros deveres cristãos, nada mais são do que expressões diferentes de sacrifício.
Por mais desagradável que o sacrifício possa ser para o nosso ego e para nossa acomodada vontade humana, se queremos a atenção de Deus, e rápido, é através dele que enviamos o sinal. Daí, não importa quem somos, a dor do sacrifício ganhará atenção imediata de Deus.
É o que você faz que determina quem você é, e se você merece atenção.
Obs: A propósito, o mesmo princípio não se aplica apenas em conseguir a atenção de Deus, mas também de qualquer pessoa importante para você. Aí está a dica.

segunda-feira, 21 de março de 2011

Mactini - O menor computador do mundo

A tecnologia está evoluindo de uma modo tão louco que vou te contar hein..




Vi aqui 

Inconsistente

Como vocês percebem, sou muito inconsistente(sei lá se é essa palavra) para escrever: começo falando de um tema e termino em outro ou simplesmente não consigo escrever algo bom...
Talvez seja mais um trauma, além daquele do diário.
Nunca fui boa com redação.. Só conseguia escrever três linhas e se até hoje ainda tivesse que fazer redações, acho que estaria na mesma.
Lembro que no início da minha 3ª série (Atual 4° ano.. sim, sou daquela época) do Ensino Fundamental, tive uma professora..
Uma graça, né...
The Monster

Aquela foi a pior professora que eu tive na minha vida.

A mulher era muito chata. Vivia gritando + reclamando de tudo.. Enchia a gente de trabalhinho de casa, que não tinha condição de um ser humano normal (ok, eu não sou normal, mas isso deixaemoff) com aquela idade fazer todos... Aí teve uma vez que eu não fiz tudo, ela começou a gritar e tal.. aí mandou eu fazer uma redação e obviamente gritou por eu não saber fazer uma redação..
Tem também o fato de que ela não gostava de ser chamada de tia, mas sim de professora (fala sério, essa aí deve ter ficado pra titia).
Eu não tô contando essa história direito, afinal eu era e ainda sou pequena e minha memória não é tão boa assim.. (mas dá pra perceber que a mulher vivia gritando). Acho que meio que traumatizei com isso.. e depois de tanto reclamarmos com os pais, os pais reclamaram com a diretora, que finalmente mandou a Cláudia sentar lá.. (Ah sim, o nome da profª era Cláudia).

Calma Bu, a Cláudia não irá te perturbar mais.

E então veio na minha mente: 
- Será que a nova "tia" que vier, será tão má quanto essa?
- Convenhamos, não existe professora pior do que essa. - conversa entre eu e eu mesma.

Era como no paraíso

Caraca... a nova tia era um anjo.. Supermãezona(só assim para descrevê-la) . Ela tentou até me ajudar a superar esse trauma de redações, mas já era tarde demais.. #fail.
Foi uma das melhores professoras que já tive. :)

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Por mais incrível que pareça, não guardei mágoa da profª Cláudia. Afinal geralmente a pessoa reflete como é por dentro né.. Talvez ela devia sofrer muito ou era chata mesmo de natureza.. Ah sei lá.. só ficava com aquela raivinha de criança que quando passa o tempo aí esquece (da raiva, não do q aconteceu).
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Só deixo um aviso pra vocês: Cuidado com a Cláudia. Vai que de repente ela resolva aparecer..

PS: Mudei de assunto mais uma vez ¬¬°

SouNoob #2

Nem preciso dizer nada aqui né.

quinta-feira, 17 de março de 2011

101 coisas em 1001 dias

É.. também aderi a essa ideia louca.
É bem simples: 101 coisas para serem feitas em 1001 dias..

Tô pensando no que posso aprontar fazer.
Dê uma olhadinha na listinha:

1. Ser batizada com o Espírito Santo  (Na verdade eu era batizada e não sabia, então fui Selada ^^)(entre 12/04 e 13/04)
Na verdade foi entre 23h e 00 e pouquinho..
Tinha acontecido tanta coisa nesse dia.. que se fossem pelas circunstâncias, eu não o teria Recebido, mas eu me esvaziei de mim, fui sincera e abri meu coração para Ele, então ele pediu para entrar e agora está em mim. :D
É algo inexplicável e intenso e maravilhoso e ..(virão muitos e's..rs).
Depois no dia seguinte, Ele veio falar comigo que eu já O tinha.. Me mostrou até em momentos em que era Ele agindo em mim, isso me trouxe mais ainda certeza da presença Dele em meu ser e finalmente caiu a ficha de tudo..rs.

2. Conseguir um estágio  (01/08/2011)

3. Patinar no gelo 

4. Começar/Aprender a tocar violão [2/2] 

5. Aprender uma linguagem nova (seja de idioma ou de programação) (**/08/2011)
Aprendi Javascript e css(ok, só o basicão) nesse mês para ajudar a montar o site do caime ^^

6. Fazer exame de vista ✓(**/07/2011)

7. Comprar um óculos novo (porque esse tá quase igual ao do Blankman✓(**/07/2011)

8. Colocar um aparelho (aí o kit nerd fica completo)

9. Comprar um mp3(sim, eme pê três. ou então um mp20)

10. Comprar uma câmera (acho que "ter dinheiro para comprar uma câmera" também devia estar na lista)

11. Terminar de ler os livros do Guia do Mochileiro das Galáxias [1/5]

12. Conseguir postar coisas interessantes[0/]

13. Ter um pelo menos um post que tenha mais de 4 comentários(sem contar os meus)

14. Postar uns videos que eu apareço no YT.

15. Ter mais de 300 followers no twitter(para eu mandar um This is Sparta..xD).[178/300] 24/08/2011

16. Comer algum dos sanduíches do Mc Donalds sem ser o Hamburger.

17. Escalar uma montanha

18. Visitar alguma parte secreta de um museu.(ou ir numa casa antiga onde tenha alguma entrada secreta..)

19. Voar de asa-delta ou saltar de bung jumpee ou de pára-quedas

20. Voar num avião

21. Aprender a andar de Skate

22. Terminar a faculdade

23. Terminar meu curso de Computação gráfica

24. Voltar a fazer + terminar meu curso de inglês

25. Voltar a fazer + terminar meu curso de montagem e manutenção

26. Aprender a dirigir

27. Ter um carro/ou moto(pq o trânsito tá horr)

28. Aprender a tocar piano

29. Participar de uma daquelas maratonas de ciclismo

30. Viajar para outro Estado/País

31. Fazer Mestrado(s), Pós(s), algum outro curso externo random...

32. Acampar

33. Fazer um clipe (comigo cantando+tocando+filmando haha #tenso)

34.Ajudar no mínimo 7 pessoas a conhecerem Papai do Céu

35. Fazer esse blog ter mais de 30 seguidores [2/30]

36. Pintar meu cabelo de azul (ou roxo) [já pintei uma vez, mas ficou mais preto do que azul]

37. Ter peso suficiente para doar sangue [50/50+]

38. Doar sangue

39. Doar medula óssea

40. Doar plaquetas

41. Comprar presentes para os mais chegados (só os mais próximos mesmo)

42. Voltar à desenhar 

43. Pegar meus desenhos e digitalizá-los

44. Doar brinquedos(sim, confesso que ainda tenho alguns..)

45. Ter um guarda-roupa novo (porque, né.) ✓ (**/07/2011)

46. Ter somente um email e com um nome direito sem ter "fofa"," _", "123321", "04m0r3l1nd8" ou qualquer
coisa pré adolescente..(e que ainda não exista né..)

47. Fazer Parkour pelo menos uma vez (sugestão do Chico ^^)

48. Praticar algum esporte

49. Fazer um açaí em casa ✓(**/07/2011)

50. Assistir a um jogo de futebol no estádio(de preferência, um jogo do Mengão xD)

51. Pensar nas próximas 50 coisas

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PS: Post em constante (nem tão constante) atualização até eu completar a lista de 101 coisas
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Aceito sugestões =)

quinta-feira, 10 de março de 2011

Duas Línguas


O ratinho estava na toca, e do lado de fora o gato:
- MIAU, MIAU, MIAU
Depois de várias horas e já com muita fome o rato ouviu:
- AU! AU! AU!
Então, ele deduziu: “Se tem cachorro lá fora, o gato foi embora.” Saiu
disparado em busca de comida. Nem bem saiu da toca, o gato CRAU!
Inconformado, já na boca do gato, perguntou:
- Pô gato!!! Que palhaçada é essa, você latindo???
E o gato respondeu:
Hoje, nesse mundo “globalizado” quem não falar pelo menos
2 idiomas MORRE DE FOME!
Colaboração de Fábio Costa
Vi aqui
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Agora tomem vergonha na cara e vão estudar..! ;)

Os Dois Leões


Nós fomos criados com o senso da justiça quando nos deparamos com uma situação de agressão, roubo, maus tratos, enfim. Naquele mesmo momento, nos gera uma revolta só de ver aquela cena, mas de nada serve aquela revolta sem atuar, sem partir para cima para defender.
Por exemplo:
Há o leão selvagem e o leão do Zoológico. O leão do Zoológico, não precisa caçar, não precisa se defender, não corre nenhum risco. Inclusive, possui toda uma estabilidade. Todos os dias, naquela mesma hora, o tratador traz uma carne seleta contendo todos os nutrientes para luzir um pelo saudável e manter a musculatura resistente. Por outro lado, o selvagem, toma chuva e sofre com o sol desértico. Se quiser comer tem que caçar; sempre sofre o risco de se deparar com situações que terá que se defender para manter-se vivo, e não tem o pelo tão bem cuidado.
Olhando sob o aspecto lógico, o leão do Zoológico vive muito melhor que o selvagem, mas há um problema, ou vários: o leão do Zoológico não escolhe o que come – alguém escolhe por ele –, não tem liberdade, está sempre limitado pelas grades, é admirado, mas incapaz de sobreviver se tiver que voltar à vida selvagem. Já o leão da selva, acima de tudo, é livre, vai e vem aonde quer, come o que quer; hoje come um pato, amanhã um cervo, depois um javali…  Ninguém lhe impõe aonde vai, o que come, ou o que faça. Ambos são leões, mas um é selvagem, não depende de ninguém, vive a cada dia como um desafio de ter que vencer para viver.
Ora, e não é o mesmo que acontece a uma grande maioria dos cristãos que, antes de conhecer a Deus eram "leões selvagens", não temiam, eram ousados, e muitos até tinham a audácia de agir à margem da lei? Porém, hoje, que realmente são livres e poderiam "partir para cima" de seus objetivos, serem ousados para o que é justo e de direito, se fizeram como leões de Zoológico, e estão acomodados à espera que Deus (o tratador) venha trazer tudo o que precisam. Estão limitados, presos nas "grades" da religiosidade. São leões, têm natureza de leão, senso de leão, mas se tornaram leões de Zoológico.
Nem vou falar do leão do circo, nem do de pelúcia.
Pr. Walber Barbosa

quarta-feira, 9 de março de 2011

O porco e o cavalo

Um fazendeiro colecionava cavalos e só faltava uma determinada raça. Um dia ele descobriu que seu vizinho tinha este determinado cavalo. Assim, ele atazanou seu vizinho até conseguir comprá-lo. Um mês depois o cavalo adoeceu, e ele chamou o veterinário, que disse:
- Bem, seu cavalo está com uma virose. É preciso tomar este medicamento durante três dias. No 3º dia eu retornarei e, caso ele não esteja melhor, será necessário sacrificá-lo.

Neste momento, o porco escutava a conversa.

No dia seguinte, deram o medicamento e foram embora. O porco se aproximou do cavalo e disse:
- Força amigo, levanta daí senão será sacrificado!!!

No segundo dia, deram o medicamento e foram embora. O porco se aproximou novamente e disse:
- Vamos lá amigão, levanta senão você vai morrer! Vamos lá, eu te ajudo a levantar. Upa! Um, dois, três...

No terceiro dia, deram o medicamento e o veterinário disse:
- Infelizmente vamos ter que sacrificá-lo amanhã, pois a virose pode contaminar os outros cavalos.

Quando foram embora, o porco se aproximou do cavalo e disse:
- Cara, é agora ou nunca! Levanta logo, upa! Coragem! Vamos, vamos! Upa! Upa! Isso, devagar! Ótimo! Vamos, um, dois, três... Legal, legal. Agora mais depressa, vai.... Fantástico! Corre, corre mais! Upa! Upa! Upa! Você venceu campeão!!!

Então, de repente o dono chegou, viu o cavalo correndo no campo e gritou:
- Milagre!!! O cavalo melhorou. Isso merece uma festa. Vamos matar o porco!

Pontos de reflexão: isso acontece com frequência no ambiente de trabalho. Ninguém percebe qual é o funcionário que realmente tem mérito pelo sucesso, ou que está dando o suporte para que as coisas aconteçam.

SABER VIVER SEM SER RECONHECIDO É UMA ARTE!

Se algum dia alguém lhe disser que seu trabalho não é o de um profissional, lembre-se: amadores construíram a Arca de Noé e profissionais o Titanic.

PROCURE SER UMA PESSOA DE VALOR, AO INVÉS DE UMA PESSOA DE SUCESSO!

De que adianta salvar os outros e perder a própria alma?

Vi aqui

SouNoob #1


Noob adj.: do popular, aquele que não sabe nada, burro, novato; o que não sabe, mas mexe assim mesmo estraga tudo e fica desesperado 4sk1n4h3lp(asking for help, pedindo para os outros(nerds/geeks) ajudarem, mas os eles ficam te sacaneando).
Então, sou eu, confesso. O pessoal da faculdade não acredita.. Aliás, só alguns que sabem dessas minhas verdades/idiotices/noobices.
Resolvi postar aqui (nerds, não me batam, plz):

Digamos que eu fui fazer uma limpeza no pc. meu pc tava tão sujo por dentro e no meu curso de montagem e manutenção eu aprendi como tirar/colocar fios da placa mãe, como tirar a memória ram, o macete de passar a borrachinha e tal.. mas quis ir mais além.. usei um pano (nem lembro se estava pouco úmido ou seco) e então foi eu à limpeza..


Sendo que o processador era o único que estragava a limpeza, pois ele vinha acoplado com um cooler e um dissipador(que impede que a poeira chegue no processador) que estavam muito sujos.
Não sei o que me veio na mente de tirar aquela porcaria do lugar pra limpar direito... Foi um sacrifício para tirar de lá, mas nem se passou pela minha mente "se tá tão ruim de tirar, talvez não seja bom nem tentar".. tirei.. LIMPEI.. dei até um sorrisinho por ter conseguido.. foi outro sacrifício pra colocar no lugar, ainda peguei uma faca/tesoura para acertar uns pininhos do processador que eu acabei entortando... depois eu me liguei que tinha uma espécie de pomada que grudava o processador no dissipador, então eu soltei para poder conseguir encaixar o processador sem destruir mais nenhum pininho.. e nisso tudo, quebrei o ventiladorzinho do cooler, encaixei td no lugar, fechei a tampa da cpu e fui ligar...
E cadê que o treco ligava?
Aí começou o chororô, desespero.
Fim de história, depois de muita choradeira, e de algumas semanas, meu pai levou para um amigo dele (que a propósito, não parava de me zoar) e no final das contas: placa mãe + processador are dead. Se eu não me engano, até o HD foi junto (talvez outras coisas mais).. Foi um massacre. Tinha um monte de trabalhos que eu tinha que entregar na semana seguinte.. mas lembrei que como sou esperta, salvei no Docs(google).

E depois de tudo isso eu lembrei que SEMPRE que for mexer num processador, tem que ser em um local absurdamente limpo, e tem que pegá-lo COM LUVAS, pois, se eu não me engano, tem a tal da termostática e que não pode ter contato com a pele por causa de uma troca de energia/suor/algo assim.
Hoje em dia não mexo mais em processadores(nem em nada dentro do pc).

Aprendi a lição.. da pior maneira possível.
Preparem seus corações, futuramente terá mais.

No mundo dos Nerds

Até hoje tem gente que me zoa por que eu tô estudando informática.
Primeiro, porque eu sempre fui noob.
E segundo, porque eu sempre fui noob.

Desde sempre eu gostei da parte de computadores(mesmo antes de saber o que era..),
então fui aprender web design.. Me encantei com corel, flash, photoshop e dreamweaver. Decidi que aquilo era o que eu queria fazer. Então foi chegando perto da época de fim de ensino médio-início de faculdade..
Então fiz prova pra uerj, ufrj e unirio. Graças à Deus consegui passar para a uerj, e então começaria Ciências da Computação.

Começou lá e tal, não era NADA do que eu pensava. Cadê Photoshop? Cadê qualquer coisa de Design? Cadê o biscoito?


Já era pra mim - foi o que pensei, logo de primeira. Programação? Pascal? o que é isso? Pra quê toda essa matemática, cálculos, álgebras, geometrias, físicas? Pra que isso num curso de INFORMÁTICA. Tem tanta gente que entrou já sabendo tudo e eu sou a única alienada daqui que nem sabe formatar direito um computador.
Mas pensei assim, vamos tentar né.. vai que de cagada eu consigo...

Isso vai virar um selo aqui nesse blog...

Eu até estudei, mas meu sistema operacional ainda era antigo, tinha a memória ram muito pequena e o processador tava cheio de poeira, fui limpá-lo e quase queimei tudo.
Chove reprovação. Todos (eu) chora.
Não reprovei em tudo, mas no Cálculo e no início de programação(Pascal), sim. Justamente nas matérias que tinham uma árvore cheia de outras matérias dependentes que eu só poderia pegar se eu tivesse passado.

Maguô.. x_x
Fiquei tão triste que deu a vontade de chutar o balde, mas logo me contive e pensei, se é isso que eu quero, eu tenho e vou continuar.. Será que é isso mesmo que eu quero?... Ah, esse foi o primeiro período, eu caí de pára-quedas nessa faculdade (e o pára-quedas não funcionou e me "estabaquei" no chão), então vou me dedicar mais nos próximos para que isso não se repita! :)

Eu me entupi de tanta matéria que não dava conta.. estudava de manhã e de noite, tinha cursos à tarde.. uma loucura.
No fim das contas, das 7, passei naquelas que eu tinha reprovado antes, passei em algumas outras e reprovei 2 ou 3..¬¬ Fiquei revoltada. Pra quê tem física nessa porcaria de grade, eu tô fazendo informática ou matemática?! Se for assim então dá pra aproveitar e ter 2 diplomas em 1.. O que é bom mesmo eu não aprendo!.. Revoltei, mas já foi plantada a semente da programação em mim.. Comecei a gostar de pascal, depois que aprendi, é claro, e também do cálculo.. E tinha matéria que eu gostava mesmo sem entender.
Então tranquei alguns cursos e decidi continuar a faculdade..

No 3° período foi quase o mesmo esquema, manhã e noite, sendo que mais matérias ainda, e obviamente mais reprovações.. Até matéria que eu entendia(ou achava que entendia) eu reprovei.

4° período: comecei a fazer menos matérias à noite, pq isso tá me consumindo e eu vou acabar reprovando tudo de vez. Sendo que ainda teve problema de falta professor,...
Aí eu meio que pensei.. "ah, vou chutar o balde...", mas Deus tentava falar que eu tinha que me esforçar mais pq eu não estava fazendo do jeito certo..Entreguei tudo à Ele, mas resolvi também fazer minha parte.
Então percebi uma mudança.. minhas notas melhoraram (pouco, mas melhoraram), passei em quase todas as matérias (só uma que não.. pq no mesmo dia eram 2 ou 3 provas se eu não me engano e eu escolhi qual a mais importante para a área de informática..).. Só chutei um dos cálculos, mas aquele que era mais enjoadinho, cheio de fórmulas e que não tem nenhuma outra matéria dependente desta.rs.

Mas agora 5° período vem vindo e matérias mais difíceis também...Só quero por fim em umas coisinhas... 
Chega do esquema manhã-noite, chega de reprovações e chega de chutar baldes, porque meu pé já tá doendo de tanto fazer isso.
Se eu continuar nessa onda de chutes, Marta que se cuide...


Ah, só pra constar.. só continuei na faculdade porque conheci novas áreas da informática que achei interessantes e que comecei a gostar  e também não podemos desistir sem tentar, né. :)