quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Lição da borboleta

“Um dia, uma pequena abertura apareceu em um casulo, o homem sentou e observou a borboleta por várias horas conforme ela se esforçava para fazer com que seu corpo passasse através daquele buraco. Então pareceu que ela parou de fazer qualquer progresso.
 Parecia que ela tinha ido o mais longe que podia e não conseguia ir além.
 Então, o homem decidiu ajudar a borboleta, ele pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo. A borboleta então saiu facilmente. Mas seu corpo era murcho e estava pequeno, e tinha as asas amassadas. O homem continuou a observar a borboleta porque ele esperava que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem e se esticassem para serem capazes de suportar o corpo, que iria se afirmar a tempo.
 Nada aconteceu! Na verdade, a borboleta passou o resto de sua vida rastejando com um corpo murcho e asas encolhidas. Ela nunca foi capaz de voar. O que o homem, em sua gentileza e vontade de ajudar não compreendia, era que o casulo apertado e o esforço necessário da borboleta para passar através da pequena abertura, era o modo com que Deus fazia com que o fluído do corpo da borboleta fosse para suas asas, de modo que ela estaria pronta para voar, uma vez que estivesse livre do casulo”.
 Lembre-se
 Algumas vezes, o esforço é justamente o que precisamos em nossa vida. Se Deus nos permitisse passar por nossas vidas sem quaisquer obstáculos, não iríamos ser tão fortes como poderíamos ter sido. Nós nunca poderíamos voar.

domingo, 11 de setembro de 2011

Uma lição de equilíbrio


Eu acompanhava um amigo à banca de jornal. Meu amigo  cumprimentou o jornaleiro amavelmente, mas, como retorno, recebeu um tratamento rude e grosseiro. Pegando o jornal que foi atirado em sua direção, meu amigo sorriu atenciosamente e desejou ao jornaleiro um bom final de semana.
[] []

Quando nós descíamos pela rua, perguntei:
- Ele sempre lhe trata com tanta grosseria?
- Sim, infelizmente é sempre assim.
- E você é sempre tão atencioso e amável com ele?
- Sim, sempre sou.
- Por que você é tão educado, já que ele é tão rude com você?
- Porque não quero que ele decida como eu devo agir.

Nós somos nossos "próprios donos". Não devemos nos curvar diante de qualquer vento que sopra, nem estar à mercê do mau humor, da mesquinharia, da impaciência e da raiva dos outros. Não são os ambientes que nos transformam e sim nós que transformamos os ambientes.

"Para saber quantos amigos você tem, dê uma festa. Para saber a qualidade deles, fique doente."

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Tigela de Madeira

"Tudo quanto, pois, quereis que os homens vos façam, fazei-o vós também a eles" (Mateus 7:12)



 Um senhor de idade foi morar com seu filho, a nora e o netinho de 4 anos de idade.
As mãos do velho eram trêmulas, sua visão, embaçada, e seus passos, vacilantes. 
A família comia reunida à mesa.
Mas, as mãos trêmulas e a visão falha do avô atrapalhavam na hora de comer.
Quando pegava o copo, o leite era derramado na toalha da mesa e o filho e a nora irritavam-se com a bagunça.
Então decidiram colocar uma pequena mesa num cantinho da cozinha.
Ali, o avô comia sozinho, enquanto o restante da família fazia as refeições à mesa, com satisfação e, desde que o velho quebrara um ou dois pratos, sua comida passara a ser servida numa tigela de madeira.
Quando a família olhava para o avô sentado ali, sozinho, às vezes via lágrimas correndo de seus olhos.
Mesmo assim, as únicas palavras que lhe dirigiam eram admoestações ásperas – especialmente quando deixava um talher ou a comida cair ao chão.
Seu netinho, o menino de 4 anos de idade, assistia a tudo em silêncio.
Uma noite, antes do jantar, o pai percebeu que ele estava no chão, montando algo com pedaços de madeira, então perguntou delicadamente o que estava fazendo.
O menino respondeu, docemente:
 - Estou fazendo uma tigela para você e para a mamãe comerem, quando eu crescer. E continuou trabalhando em sua tigela.
Aquelas palavras tiveram um impacto tão grande nos pais que ficaram mudos. Caindo em si, lágrimas começaram a correr de seus olhos.
Embora ninguém tivesse falado nada, o casal sabia o que precisava ser feito: naquela mesma noite o pai tomou o avô pelas mãos e gentilmente conduziu-o à mesa da família.
Dali para frente e até o final de seus dias, o velhinho comeu todas as refeições com a família. E, por alguma razão, o marido e a esposa não se importavam mais quando um garfo caía, o leite era derramado ou a toalha da mesa sujava com o caldo de feijão.

 Autor desconhecido

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Quando algo não sair tão perfeito como você queria ou não obter o reconhecimento merecido, lembre-se:


"Os amadores criaram a arca de Noé, e os profissionais, o Titanic".



sábado, 23 de abril de 2011

Os cinco por cento


Tínhamos uma aula de Fisiologia na escola de medicina logo após a semana da Pátria.

Como a maioria dos alunos havia viajado aproveitando o feriado prolongado, todos estavam ansiosos para contar as novidades aos colegas e a excitação era geral.

Um velho professor entrou na sala e imediatamente percebeu que iria ter trabalho para conseguir silêncio.

Com grande dose de paciência tentou começar a aula, mas você acha que minha turma correspondeu?

Que nada. Com um certo constrangimento, o professor tornou a pedir silêncio educadamente.

Não adiantou, ignoramos a solicitação e continuamos firmes na conversa.

Foi aí que o velho professor perdeu a paciência e deu a maior bronca que eu já presenciei.

"Prestem atenção porque eu vou falar isso uma única vez", disse, levantando a voz e um silêncio carregado de culpa se instalou em toda a sala e o professor continuou.

"Desde que comecei a lecionar, isso já faz muito anos, descobri que nós professores, trabalhamos apenas 5% dos alunos de uma turma.

Em todos esses anos observei que de cada cem alunos, apenas cinco são realmente aqueles que fazem alguma diferença no futuro; apenas cinco se tornam profissionais brilhantes e contribuem de forma significativa para melhorar a qualidade de vida das pessoas.

Os outros 95% servem apenas para fazer volume; são medíocres e passam pela vida sem deixar nada de útil.

O interessante é que esta percentagem vale para todo o mundo.

Se vocês prestarem atenção notarão que de cem professores, apenas cinco são aqueles que fazem a diferença; de cem garçons, apenas cinco são excelentes; de cem motoristas de táxi, apenas cinco são verdadeiros profissionais; e podemos generalizar ainda mais: de cem pessoas, apenas cinco são verdadeiramente especiais.

É uma pena muito grande não termos como separar estes 5% do resto, pois se isso fosse possível, eu deixaria apenas os alunos especiais nesta sala e colocaria os demais para fora, então teria o silêncio necessário para dar uma boa aula e dormiria tranquilo sabendo ter investido nos melhores.

Mas, infelizmente não há como saber quais de vocês são estes alunos. Só o tempo é capaz de mostrar isso.

Portanto, terei de me conformar e tentar dar uma aula para os alunos especiais, apesar da confusão que estará sendo feita pelo resto.

Claro que cada um de vocês sempre pode escolher a qual grupo pertencerá. Obrigado pela atenção e vamos à aula de ". Nem preciso dizer o silêncio que ficou na sala e o nível de atenção que o professor conseguiu após aquele discurso.

Aliás, a bronca tocou fundo em todos nós, pois minha turma teve um comportamento exemplar em todas as aulas de Fisiologia durante todo o semestre; afinal quem gostaria de espontaneamente ser classificado como fazendo parte do resto ?

Hoje não me lembro muita coisa das aulas de Fisiologia, mas a bronca do professor eu nunca mais esqueci.

Para mim, aquele professor foi um dos 5% que fizeram a diferença em minha vida.

De fato, percebi que ele tinha razão e, desde então, tenho feito de tudo para ficar sempre no grupo dos 5%, mas, como ele disse, não há como saber se estamos indo bem ou não; só o tempo dirá a que grupo pertencemos.

Contudo, uma coisa é certa: se não tentarmos ser especiais em tudo que fazemos, se não tentarmos fazer tudo o melhor possível, seguramente sobraremos na turma do resto."

Autor desconhecido

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Quem VOCÊ PENSA QUE É para que Deus lhe ouça?


Quem é você no meio de bilhões de seres humanos? Por que alguém deveria lhe dar atenção ou notá-lo? E por que Deus lhe notaria? Milhares de orações são feitas a cada minuto. Por que a sua deveria ser respondida?
Atenção. Conseguir ser notado. Ser atendido. Todos nós queremos isso, mas isso não vem fácil.
A boa notícia é que temos um ótimo exemplo em nosso próprio corpo de como conseguir isso.
O corpo humano é composto de milhares de partes diferentes, grandes e pequenas — olhos, pés, unhas, dentes, pele, cabelo, veias, etc. Com tanta coisa acontecendo em seu corpo ao mesmo tempo, envolvendo todas as suas milhares de partes diferentes, como pode uma delas chamar a sua atenção? Se uma parte do seu corpo necessita da atenção da sua cabeça, o que ela pode fazer para ser notada e atendida?
A maneira mais rápida e mais certa é através da dor.
A dor é o sinal que seu corpo envia a sua cabeça para conseguir sua atenção. “Tem alguma coisa acontecendo aqui, é melhor você dar uma olhada.”
Não importa quão pequena e aparentemente insignificante seja a parte do corpo — se ela sente dor, a mensagem é enviada na hora, diretamente para a cabeça.
Quer uma prova? Arranque um fio de cabelo de sua cabeça ou do seu braço. Vai em frente, faça isso agora. Qual é a importância de um único fio de cabelo em seu corpo, comparado às outras milhares de partes? Não muita. Mas, mesmo assim, quando o arranca, a fisgada que você sente envia a mensagem para sua cabeça e exige atenção.
Da mesma forma, você pode ser apenas um entre bilhões de seres humanos. Mas quando você age a sua fé em quem Jesus é, você se torna parte do Seu corpo, onde Ele é a cabeça. Isso em si já é grande, mas é apenas o primeiro passo para conseguir atenção. Você ainda é apenas um entre muitos.
Agora que você é uma parte do Corpo pela fé, você tem uma conexão direta com a Cabeça. Se você precisa de ajuda, da atenção imediata da Cabeça, você sabe o que tem que fazer. Você tem que enviar o sinal. Esse sinal é a dor, o que nós chamamos de sacrifício — algo que lhe causa dor, mas que você faz por causa de sua fé em Deus.
Fé sem sacrifício, fé que não lhe incomode, fé que não faz sentir dor, é morta. Se uma parte do seu corpo está morta ou paralisada, não sente dor, ela é inútil. Você pode até machucá-la, mas ela não envia nenhum sinal para o cérebro, pois está morta. Assim é a fé sem sacrifício — não diz nada, não faz nada, não significa nada, e não consegue nada.
Jejum, oração, dízimos, ofertas, perdão, ajudar o próximo, obediência, negar a si mesmo, domínio próprio, atos inesperados e ousados de generosidade, mais uma série de outros deveres cristãos, nada mais são do que expressões diferentes de sacrifício.
Por mais desagradável que o sacrifício possa ser para o nosso ego e para nossa acomodada vontade humana, se queremos a atenção de Deus, e rápido, é através dele que enviamos o sinal. Daí, não importa quem somos, a dor do sacrifício ganhará atenção imediata de Deus.
É o que você faz que determina quem você é, e se você merece atenção.
Obs: A propósito, o mesmo princípio não se aplica apenas em conseguir a atenção de Deus, mas também de qualquer pessoa importante para você. Aí está a dica.